Durante uma das execuções, Liu pede que ajudem seu pai que ficou ferido no tumulto que ocorreu na praça de execuções quando surge o Príncipe desconhecido que reconhece no velho seu pai, o rei Timur. Liu, na verdade uma escrava do antigo rei, reconhece que ele é na verdade o príncipe Calaf, a quem amava em segredo. Após o reencontro, Turandot aparece nas muralhas e Calaf fica apaixonado. Resolve que irá casar com ela e bate no gongo que anuncia o desejo de um pretendente. Todos tentam tirar essa idéia dele mas ele insiste. Responde aos enigmas e a princesa fica contrariada. Ele propõe que ela poderá matá-lo se descobrir o seu verdadeiro nome até ao dia seguinte. Ela desespera, manda que todo o reino não durma essa noite para descobrir o nome do príncipe desconhecido (quando é cantado o tema de 'Nessun Dorma').
No dia seguinte foram presos o velho rei e Liu. Começam a ser torturados para revelar o nome do jovem. Liu, para salvar o rei, diz que sabe o nome e quando tentam que fale ela pega um punhal de um soldado e se mata. Calaf e Turandot se encontram e o príncipe diz seu verdadeiro nome para que ela o revele. Ela se dá por vencida e os dois aparecem com ela revelando que o nome dele é amor e terminam abraçados.
- Il principe ignoto
- Nessun dorma!... Tu pure, o Principessa,
- Nella tua fredda stanza
- Guardi le stelle
- Che tremano d'amore e di speranza.
- Ma il mio mistero è chiuso in me,
- Il nome mio nessun saprà!
- Solo quando la luce splenderà,
- Sulla tua bocca lo dirò fremente!...
- Ed il mio bacio scioglierà il silenzio
- Che ti fa mia!...
- Voci di donne
- Il nome suo nessun saprà...
- E noi dovremo, ahimè, morir!...
- Il principe ignoto
- Dilegua, o notte!... Tramontate, stelle!...
- All'alba vincerò!...
- Vincerò!... Vincerò!...
Que ninguém durma!
Que ninguém durma!
Você também, ó Príncesa
Em seu quarto frio, olhe as estrelas
Tremendo de amor e de esperança
Mas meu segredo permanece guardado dentro de mim
O meu nome ninguém saberá
Não, não, só o direi na sua boca
Quando a luz brilhar
E o meu beijo quebrará
O silêncio que te faz meu
O seu nome ninguém saberá
E nós teremos, oh!, que morrer, morrer
Parta, oh noite
Esvaneçam, estrelas
Esvaneçam, estrelas
Ao amanhecer eu vencerei!
Vencerei! Vencerei!

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