sexta-feira, 16 de maio de 2008

Nessun Dorma!

TURANDOT narra a história do príncipe Calaf, da princesa Turandot (filha do imperador) e de Liu (escrava). A princesa, por vingança de estrangeiros terem matado uma de suas ancestrais, não quer saber de se apaixonar e propõe que aquele que desejar desposá-la deverá responder a três enigmas. Quem não conseguir é morto e a sua cabeça é exposta sobre a muralha.

Durante uma das execuções, Liu pede que ajudem seu pai que ficou ferido no tumulto que ocorreu na praça de execuções quando surge o Príncipe desconhecido que reconhece no velho seu pai, o rei Timur. Liu, na verdade uma escrava do antigo rei, reconhece que ele é na verdade o príncipe Calaf, a quem amava em segredo. Após o reencontro, Turandot aparece nas muralhas e Calaf fica apaixonado. Resolve que irá casar com ela e bate no gongo que anuncia o desejo de um pretendente. Todos tentam tirar essa idéia dele mas ele insiste. Responde aos enigmas e a princesa fica contrariada. Ele propõe que ela poderá matá-lo se descobrir o seu verdadeiro nome até ao dia seguinte. Ela desespera, manda que todo o reino não durma essa noite para descobrir o nome do príncipe desconhecido (quando é cantado o tema de 'Nessun Dorma').

No dia seguinte foram presos o velho rei e Liu. Começam a ser torturados para revelar o nome do jovem. Liu, para salvar o rei, diz que sabe o nome e quando tentam que fale ela pega um punhal de um soldado e se mata. Calaf e Turandot se encontram e o príncipe diz seu verdadeiro nome para que ela o revele. Ela se dá por vencida e os dois aparecem com ela revelando que o nome dele é amor e terminam abraçados.

Il principe ignoto
Nessun dorma!... Tu pure, o Principessa,
Nella tua fredda stanza
Guardi le stelle
Che tremano d'amore e di speranza.
Ma il mio mistero è chiuso in me,
Il nome mio nessun saprà!
Solo quando la luce splenderà,
Sulla tua bocca lo dirò fremente!...
Ed il mio bacio scioglierà il silenzio
Che ti fa mia!...
Voci di donne
Il nome suo nessun saprà...
E noi dovremo, ahimè, morir!...
Il principe ignoto
Dilegua, o notte!... Tramontate, stelle!...
All'alba vincerò!...
Vincerò!... Vincerò!...
Tradução:

Que ninguém durma!
Que ninguém durma!
Você também, ó Príncesa
Em seu quarto frio, olhe as estrelas
Tremendo de amor e de esperança

Mas meu segredo permanece guardado dentro de mim
O meu nome ninguém saberá
Não, não, só o direi na sua boca
Quando a luz brilhar

E o meu beijo quebrará
O silêncio que te faz meu

O seu nome ninguém saberá
E nós teremos, oh!, que morrer, morrer

Parta, oh noite
Esvaneçam, estrelas
Esvaneçam, estrelas
Ao amanhecer eu vencerei!
Vencerei! Vencerei!

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